
Na rua a melancolia de uma tarde
quase perdida. A chuva efémera
que nos empresta ao brilho baço
das fotografias idas. Trazem-nos
de volta a um mesmo mundo pálido
& repetido (maybe lost – ou entregue
não sei bem – à largura dos passeios).
Há uma combinação que se prende
e confunde em nós. Imagens tão reais
quanto mudas. Tudo parece passar-se
– tão longe e tão perto – como a nossa
própria vida. Tão perto e tão longe de nós,
a quem o amor nada deve. Ainda o mundo
& suas raras combinações de amor e silêncios.
& repetido (maybe lost – ou entregue
não sei bem – à largura dos passeios).
Há uma combinação que se prende
e confunde em nós. Imagens tão reais
quanto mudas. Tudo parece passar-se
– tão longe e tão perto – como a nossa
própria vida. Tão perto e tão longe de nós,
a quem o amor nada deve. Ainda o mundo
& suas raras combinações de amor e silêncios.
A inépcia que nos observa tão longe e tão breve,
como a um todo resto de mundo perdido –
a brevidade cinzenta – no silêncio da noite.
como a um todo resto de mundo perdido –
a brevidade cinzenta – no silêncio da noite.
Por vezes a melancolia simplesmente acontece...
ResponderEliminarE a poesia agradece...
[belíssimo poema]
Beijinhos :)
Lindo.... Ouvido, torna-se divino...
ResponderEliminarObrigado Virgínia e Natasha, pelos vossos comentários!
ResponderEliminarBeijinho