
Saio à rua, mas logo regresso,
num tortuoso dia de Fevereiro.
Iniciou-se cedo ou mesmo agitado,
nas movimentações que supuravam
___________________________[do «cume» do prédio,
talvez de certo vizinho(a)? afoito, ou ávido «quiçá»
em encontrar-se com a luz de um sol
que perdeu,
algures num verão passado.
Estendais mantêm-se imóveis,
como se de paisagens persistentes se tratassem,
gaivotas rondam insistentes por aqui,
mero sinal objectante dum mar d’ aço
contra a sua presença lá.
Fui ver o seu tom pálido,
a ausência de cores quentes
que nos envolvem em Julho, é gritante.
Por isso voltei,
sem saber ao certo
o pouco ou nada
que «vasculho» daqui.
Olá amigo!
ResponderEliminarJá algum tempo que não me perdia por cá... e agora penso como sabe bem esquecermos os dias lá fora e vivermos um pouco mais as palavras...palavras como as tuas que mesmo no silêncio rangem, choram, gritam, cantam e deliciam...é sempre agradável ler-te.
Acho que me apercebi que algo em ti "abraça" uma conterrânea ;).
Beijinhos a ambos.
Miguel,passei para saborear tuas palavras,senti saudades deste "Mar",trago um pouquinho das cores do meu verão intenso.beijoss com carinho.Lia...
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