
Fugimos?
Perguntei eu num tom:
quase imperceptível à luz do sol
esgueirado à nossa frente.
Havia em ti uma espécie
de urgência concomitante
com o fim da tarde
e o regresso a um mundo:
Só Teu.
Um mundo onde não há lugar
a segredos nem planos de fuga.
Um mundo assente no outro mundo,
porquanto teus olhos brilham,
acima de todo e qualquer sol
que agora se nos escapa.
Um dia quiçá:
fugimos,
para o imenso azul
de todo o esquecimento.
A alquimia sequaz
de um amor que
se multiplica por cada plano
inclinada-
mente composto:
o desejo do nosso desejo.
Olá Miguel,
ResponderEliminarRecentemente tive conhecimento do teu livro de poemas, e não foi preciso “vasculhar” no armário fundo da minha memória para te encontrar… apesar da passagem dos anos lá estavas tu sorridente e brincalhão.
Foi com muita felicidade que encontrei o teu blog e li os teus poemas. E agora, mesmo em horas menos próprias (como as de trabalho), sinto-me tentada em dar uma escapadela até cá para ler o que vais publicando.
Obrigada pela partilha e muitas felicidades.
Ana Cátia (Amor - Leiria)
Ana,
ResponderEliminarObrigado pela tua mensagem e elogio!
Também guardo imensas imagens, sempre positivas, desses tempos idos. Entretanto vou lançar segundo livro (27/7/2013), o qual estou a promover na minha página pessoal do facebook.
Desejo-vos igualmente todos os sucessos e felicidades, do fundo do meu coração!
Obrigado, mais uma vez pela tua mensagem.
Beijinhos